Mostrando postagens com marcador Amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amor. Mostrar todas as postagens

Poema: Eu Odeio

8 comentários:
Hey Yo! Tudo bom?
Vocês já devem ter percebido que eu amo escrever, né? Se não, eu amo escrever :P. Ei, vocês já viram o filme 10 Coisas Que Eu Odeio em Você? Quem viu deve lembrar do poema que a Kat faz sobre o Patrick, não é? Pois bem, eu vi o post da Laura, do blog Garota da Bolsa (vale a pena o clique <3), e eu me inspirei a fazer um poema parecido com aquele. Eu ainda não sei, corretamente, como definir a pessoa que eu descrevi no poema, por que... Sei lá! Ás vezes, a gente escreve sobre uma coisa e acaba saindo outra completamente diferente! Mesmo assim, ai está o poema!

Conto - Naquele Dia de Chuva

8 comentários:
Era cerca de 11:37 quando começou a chover e todo o meu animo para fazer algo a tarde foi embora junto com meu suspiro. Aquela aula de Matemática estava me matando! Eu não queria saber de fazer aquelas equações, fatorações e tudo mais que estivesse escrito naquele maldito quadro negro! Sim, eu estava de mau humor, MUITO mau humor. E com aquela fome que eu estava qualquer um que falasse alguma gracinha pra mim corria grande risco de levar um soco na cara ou um chute nas partes baixas. Bom, esclarecendo tudo isso: aquele não era um bom momento pra qualquer coisa, e aquela chuva... AAAHHH! Não é que eu não goste da chuva, mas ela estragou todos os meus queridos planos para a tarde daquele dia e isso me decepcionou. Ao ouvir o sinal tocar me senti como uma escrava que acabava de ser libertada, mas sabia que teria que retornar a sua cela no dia seguinte. Demorei um pouco para guarda o material e enquanto todos saiam, ficava apenas eu e ele na sala... Aquilo já estava me causando um sério problema chamado “suor frio”. Peguei meu guarda-chuva azul marinho com bolinhas, também nas cores azuis, e saí da sala de aula. Andei pelos corredores coloridos da escola até chegar ao portão, onde abri meu guarda-chuva e aos ouvir passos atrás de mim, por puro instinto, me virei para trás e o vi. O seu cabelo encaracolado não estava tão bagunçado como de costume e até que ele não ficava feio com a camiseta azul do uniforme escolar que éramos obrigados a usar.

– Quer uma carona? – Disse, me referindo ao guarda-chuva.

– Claro. – Ele respondeu com um sorriso no rosto, já entrando para baixo do guarda-chuva.

Eu admito: é estranho ficar colada em um garoto, quer dizer, literalmente colada! Estávamos bem próximos por que meu guarda-chuva era pequeno e eu sempre costumava ir para a casa sozinha, então, para mim, não é normal dividir um guarda-chuva com alguém na volta para a casa. Eu estava com vergonha de falar com ele, não é muito comum eu falar com garotos, ainda mais garotos com eles: um dos mais bonitos da sala e, por um milagre dos deuses, não tem namorada. Se bem que a escola toda estava comentando sobre um rolo dele com a garota de cabelo bordo da outra sala, mas isso não vem ao caso. Ao chegarmos na esquina, senti que os meus 15 minutos de fama tinham acabado. Meus pensamentos estavam a mil e as únicas palavras que saíram da minha boca foram:

– Você vai seguir reto?

Eu morava no topo de uma lomba, uma lomba ENORME. Descendo a lomba, virando á direita e subindo a segunda lomba era a rua dele. Ele demoraria menos de 5 minutos até chegar em casa, porém, se ele me acompanhasse demoraria cerca de 10 minutos ou talvez mais para ele chegar em casa. Olhem só os meus pensamentos impossíveis: quem em são consciência me levaria até em casa? Meu subconsciente gritava, ou melhor, berra: "Alô, a Terra está chamando você! Pare de ler contos de fadas e volte á realidade: ele não vai levar você até a sua casa, ainda mais com essa chuva!"

– Não, vou subir a lomba. – Meu coração deu um salto. – Vou levar você até em casa.

AHÁH! 1 para minha pessoa e 0 para o meu subconsciente! Quem está rindo agora, babaca? O.k, eu estou brigando com o meu próprio subconsciente, então isso quer dizer que eu mesma estou me xingando! Isso não é possível! Quer saber? Deixa pra lá!

– Chuva chata, né? – Tentei puxar assunto.
– Verdade. Ainda mais que molha todos os nossos tênis. – Tive que concordar com o que ele disse.
– Nem me diga! Essas chuvas estão acabando com os meus tênis – Olhei para o meu All Star preto com algumas caveirinhas prateadas que não estavam desgastavas... Ele estava completamente úmido e os meus pés estavam frios como pedras de gelo. – e nem dá tempo para limpar.
– É mesmo, por isso eu estou sempre de chuteiras. – Olhei para as suas chuteiras pretas. – Na maioria das vezes, é só passar um pano que fica mais limpo.
– Com esse tempo os meus tênis nem secam! E ás vezes, a minha mãe tem que colocar o meu uniforme para secar atrás da geladeira e recolhe de manhã.
– Sério? Minha mãe também faz isso ás vezes. – Ele respondeu e nós dois rimos.
– Ai, ai. Pensei que eu fosse a única. – Sorri.

Olhei para frente e, sem perceber, já estava quase nos portões da minha casa. Desejei poder voltar no tempo para poder conversar mais com ele, mas depois disso esse momento só viveria nas minhas memórias.

– Vai na aula amanhã? - Perguntei.
– Vou, e você?
– Também. – Disse. – Não quer que eu te leve para a casa? Você vai se molhar e pode acabar ficando gripado.
– Não, não precisa. Está tudo bem, eu gosto de me molhar. – Soltei uma risadinha.
– Tchau, até amanhã.
– Até amanhã. – Ele respondeu e me lançou um último sorriso antes de seguir seu caminho.

Depois que eu entrei em casa e me joguei na cama, fiquei olhando para o teto e refletindo sobre tudo o que tinha acontecido. Guarda-chuva, garoto fofo da rua de baixo, subida da lomba, tênis molhados, uniformes atrás da geladeira... Tudo isso estava cravado em minha mente. E... Eu poderia ter beijado ele. Não na boca, mas um simples beijo na bochecha, um modo fofo de dizer um "até amanhã" e até mesmo uma mensagem subliminar sussurrando bem baixinho um suave "eu te amo". Quer saber de uma coisa? Até que dias de chuva não são TÃO ruins assim.
Palavrinhas da "autora": E ai, gostaram do conto? Eu sei, isso está muito conto de fadas, né? Mas isso aconteceu de verdade comigo. Sim, um garoto super fofo que agora tem namorada me levou para a casa em um dia de chuva, nós subimos a lomba da minha casa, falamos sobre tênis molhados (os uniformes foi apenas uma coisinha que acrescentei para não faltar assunto) e eu queria mesmo dar um beijo na bochecha dele :P. Pronto, agora vocês já sabem a verdade por trás desse conto.
XOXO - Kathhi ღ 

Texto - Cair no amor

4 comentários:
Olá, este texto é um pedido do meu colega e melhor amigo. Ele mesmo escolheu o tema.
 Enfim, espero que gostem.

Sabem aquela soneca depois do almoço? Hoje me dei o privilégio de ter uma, mas ela durou a tarde toda. Acordei assustada, confusa e espantada. Não foi pesadelo, mas eu simplesmente achei que estava atrasada para ir a escola, demorei um pouco a perceber que era tarde e não manhã. No amor isso também acontece, você fica perdido, confuso, assustado com todas as emoções que seu corpo irradia. Não sabe nem ao menos o que está acontecendo e do nada alguém se torna seu tudo. Amor é um sentimento fundamental, ou deveria ser, você nasce sendo amado e morre sendo amado. Nem todo amor é de casais, tem o amor materno, o paterno, o amor de irmão, o de amigo ou de amiga, o amor dos animais e vários outros. Mas este texto refere-se, principalmente, ao amor de casal, ao amor de estar apaixonado, de cair no amor, de saltar na escuridão. 
Quem sou eu para lhes dizer o que é amor? Uma menina sonhadora de apenas treze anos, acho que nunca vivi um verdadeiro amor, apesar de que meu rosto já ficou molhado de lágrimas por um ou dois rapazes.
 Meninos apaixonados também sofrem, assim como as meninas, porém não se expressam tanto e nem se abrem com os amigos. Quando um garoto chora por amor é porque ama de verdade, é porque se dá o gosto do choro e mostra seu lado sensível e inocente, mas nem sempre é pela pessoa certa. Nem sabemos ao certo o que é estar apaixonado, borboletas no estômago? Talvez. Sonhamos com a pessoa na maioria das noites e acordamos pensando nela, dormimos pensando nela, se bobear confundimos até o nome de outra pessoa com o nome dela, ficamos a observar a pessoa feito bobos e tentando descobrir os sentimentos da pessoa pela qual estamos apaixonados. As mais diversas e sofridas perguntas nascem em nossa mente...  Ficamos tanto tempo a descobrir as respostas que nem percebemos mais que a cada dia que passa o amor só cresce, chega um ponto que ele se torna maior que você mesmo e fica claro, nos olhos de todos, que você está apaixonado. E está mesmo apaixonado.
O amor é assim, confuso, sofrido, alegre, bonito, puro, diferente. Pena que nem todos conseguem o seu verdadeiro.

Ráh


Você está apaixonada (o)?

9 comentários:
Olá meus amores, eu estava sem inspiração hoje, então, pensei um pouco na adolescência. Amor, é isso que me veio a cabeça.
Então o post de hoje é... 
Você está apaixonada (o)?